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Escolas adequam cardápios para oferecer alimentos mais saudáveis aos alunos em Natal

Data: 18 de março de 2019

O Ministério da Saúde estima que 33% das crianças entre 5 e 9 anos estejam acima do peso, ou seja, um em cada três brasileiros ainda na infância apresentam problemas com a balança. Diante desse cenário, escolas de Natal têm se adaptado para oferecer mais opções de alimentos saudáveis aos estudantes.

As instituições têm investido, por exemplo, na redução de opções industrializadas no cardápio, principalmente para os alunos do período integral que almoçam na escola.

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“Prezamos pela ‘comida de verdade’, onde buscamos oferecer alimentos próximos aos produtos da terra, mais saudáveis e nutritivos, com o mínimo de aditivos químicos. Um exemplo é o molho de tomate usado no recheio de assados, que passou a ser produzido em nossa cozinha a partir de ingredientes frescos”, destaca Suênya Melo, nutricionista do Instituto Educacional Casa Escola.

Com o objetivo de melhorar o valor nutricional dos alimentos sem abrir mão do sabor, a nutricionista aposta em mudanças sutis, mas que causam impacto.

“O açúcar refinado nos sucos foi substituído pelo demerara, que é menos processado. No entanto, lembramos que deve ter seu consumo mínimo possível, por se tratar de alimento energético e de baixo valor nutricional. Substituímos também a margarina pela manteiga e pelo azeite de oliva em busca de melhores fontes de gordura”, completa a especialista.

Porém a nutricionista ressalta que, para que as mudanças surtam efeito, devem chegar às casas e aos lanches levados para a escola. Como sugestão para os pais, ela lembra que é melhor desembrulhar menos e descascar mais.

“(…) é melhor desembrulhar menos e descascar mais.”

Uma das famílias adeptas a esse lema é a da pequena Lara, de 4 anos. A mãe, Licia Seibt, procura educar desde cedo a filha em relação à alimentação para que ela não adquira hábitos prejudiciais a serem corrigidos depois.

“Se a escola estiver alinhada com a alimentação saudável, vai construir bons hábitos junto com a família, se não, acaba sendo o contrário. Tem muitas escolas que não se preocupam com o excessos de sal, açúcar e fritura”, diz.

Fonte: G1 – RN →

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