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Pequenos cientistas

Data: 24 de setembro de 2021

Os alunos da turma do G4 e G5 mergulharam no universo do corpo humano. São pequenos cientistas que fazem suas hipóteses e suas descobertas, motivados por muita criatividade e imaginação. A professora Amanda Menezes conduziu as crianças em atividades e dinâmicas diversas, mas são elas mesmas que se empenham em fazer ciência. Movidas pela curiosidade e pelo fascínio em desvendar o corpo humano, questionam: “porque temos olhos diferentes?”; “esses órgãos cabem todos dentro da gente mesmo?” Como a comida caminha dentro do corpo? “O coração sente”?

Em uma cartolina grande, as crianças contornaram a estrutura corporal de um pequeno voluntário e, com o desenho pronto, começaram a explorar as partes, divididas entre cabeça, tronco, membros superiores e inferiores. Depois disso, utilizando massinhas e recortes, preencheram o corpo desenhando os órgãos, as veias e artérias.

Primeiro vieram os sentidos, e logo depois, as crianças partiram para um passeio pelos sistemas circulatório, digestivo e nervoso. E como era de se esperar, elas fizeram muitas descobertas: o caminho por onde os alimentos passam; que o coração não guarda só as emoções; e que o cérebro é responsável por comandar quase tudo. Um fascínio geral! Além disso, estudaram sobre os diferentes tons de pele, tipos de cabelos e esqueleto, dando espaço às diversidades sem perceber.

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A empolgação contagiante da criançada pelo tema motivou diversas atividades lúdicas e sensoriais. Construíram, com rolinhos de papel, um esqueleto do tamanho delas, de 4 a 6 anos, como se fosse de verdade.

No ensejo, Amanda aproveitou para relacionar os nomes das partes e dos órgãos ao trabalho com a escrita, cada criança segundo o seu nível de escrita. E assim foi possível escrever FÍGADO, CORAÇÃO e outras palavras do jeito como elas conseguem. O maior sucesso entre elas ficou por conta de uma atividade sensorial em que reconheceram, umas nas outras, os ossos do esqueleto, deu até para contar as costelas.

Nesse tipo de trabalho investigativo, os alunos são protagonistas das atividades: produzem, manuseiam e desenvolvem cada descoberta, se surpreendendo com cada uma delas enquanto refazem os caminhos da ciência.

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